domingo, 23 de março de 2014



Quebra-cabeça vale como "ginástica cerebral" para crianças

- Quebra-cabeças estimulam a coordenação motora, a memorização, a concentração e a estratégia
Quebra-cabeça vale como "ginástica cerebral" para crianças

- Quebra-cabeças estimulam a coordenação motora, a memorização, a concentração e a estratégia

Fã dos quebra-cabeças desde a infância, a professora Adriana Canejo da Silva sempre estimulou as brincadeiras com esse tipo de jogo com seus dois filhos, hoje com nove e 12 anos. Docente de ensino de matemática da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, ela classifica o uso do brinquedo como uma "ginástica cerebral", um jeito de aprender a fazer escolhas entre várias possibilidades, muito próximo do saber matemático. E por isso mesmo tão útil para o desenvolvimento das crianças.

"Olhar para as peças e avaliar como encaixá-las é estabelecer relações, testar e descobrir entre muitas opções", afirma a professora Adriana.

Orgulhosa das barreiras que venceu em matéria de quebra-cabeças, Adriana lembra que já deu conta de um modelo com 5.000 peças. Os prediletos ganham moldura e ocupam as paredes de sua casa.

Outra entusiasta desses jogos, Maria Célia Malta acrescenta que eles são desafios que também estimulam a capacidade de observação. Psicopedagoga e vice-presidente da ABBRI (Associação Brasileira de Brinquedotecas), ela destaca que essa é uma característica importante porque, com o maior uso de celulares e tablets, as crianças são estimuladas a responder cada vez mais rápido a tudo desde cedo.

"O quebra-cabeça faz com que elas tenham esse tempo de contemplar, parar para olhar as peças, analisar os detalhes e tomar decisões", diz Maria Célia. Diante das peças soltas e jogando sozinhas, as crianças também podem desenvolver sua autonomia. "Não deixa de ser uma preparação para a vida", diz a psicopedagoga. "Os mais agitados aprendem a se concentrar, e os observadores exercitam ainda mais seu lado analítico."

Considerando que crianças de variados perfis podem se divertir juntando os pedaços desses jogos, a psicopedagoga lembra aos pais que as diferenças entre os filhos devem ser respeitadas.

"É errado comparar o desempenho de cada um", diz. "Melhor evitar frases como 'olha como o seu irmão fez, você deve fazer assim também'. Cada um tem seu jeito, mas todos saem ganhando com esse tipo de brincadeira", afirma Maria Célia.

Diante das peças soltas e jogando sozinhas, as crianças também podem desenvolver sua autonomia. "Não deixa de ser uma preparação para a vida", diz a psicopedagoga. "Os mais agitados aprendem a se concentrar, e os observadores exercitam ainda mais seu lado analítico."

Considerando que crianças de variados perfis podem se divertir juntando os pedaços desses jogos, a psicopedagoga lembra aos pais que as diferenças entre os filhos devem ser respeitadas.

"É errado comparar o desempenho de cada um", diz. "Melhor evitar frases como 'olha como o seu irmão fez, você deve fazer assim também'. Cada um tem seu jeito, mas todos saem ganhando com esse tipo de brincadeira", afirma Maria Célia.

Para que o divertimento em família fique ainda mais animado, é possível produzir, em casa, um quebra-cabeça exclusivo. "Basta colar as imagens tiradas de alguma revista, por exemplo, em uma cartolina. E recortar depois, em formatos mais ou menos complexos, de acordo com a idade da criança que vai jogar", fala Maria Célia.

Faixa etária

Na hora de escolher um jogo do tipo para o seu filho, vale a pena seguir as orientações escritas nas embalagens, que vêm com indicação de faixa etária. Além disso, é importante considerar o perfil da criança que vai usar o produto. Quem nunca brincou com nada parecido pode sentir mais dificuldade.

De acordo com Edilene Modesto de Souza, professora universitária e na educação infantil em São Paulo, a partir dos dois anos, as crianças já conseguem brincar sem dificuldades com jogos do tipo. Antes disso, peças de montar, como os blocos de construção que vão sendo encaixados, fazem as vezes de quebra-cabeça. "Esses brinquedos estimulam a coordenação motora, a memorização, a concentração e a estratégia", afirma.

Outro ponto a favor dos quebra-cabeças está no fato de que esses brinquedos de construção não estabelecem diferença de gênero. "Não são necessariamente jogos de meninos ou de meninas", afirma Edilene. (Autor: Isabella Barros/UOL)

domingo, 16 de março de 2014

Essa mesma reação acontece com as pessoas com autismo quando começam a alimentação na retirada do glúten e do leite. O organismo deles é viciado nessas proteínas. Se ainda não conhece o que esses vilões fazem com o organismo das pessoas com autismo.

Dieta Sem Glúten e Sem Caseína no Autismo. Por Que Fazer ?
Palestrante:
Dra Geórgia Regina Macedo de Meneses Fonseca
*Pediatra, Homeopata, Especialista em Saúde Mental
*Pesquisadora em Autismo da Federação Brasileira de Homeopatia
*Membro do Programa Estadual de Homeopatia da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro
*Ganhadora do Primeiro Prêmio Orgulho Autista 2005 em pesquisa alternativa
*Mãe de Juliana, 9 anos, com autismo
Dra. Geógia começou sua palestra explicando que vários pais chegam em seu consultório, desesperados e sem saber o que fazer, com seus filhos agitadíssimo, como mostra a figura acima. Nos identificamos muito com a figura e caímos na risada. Lu era assim antes da dieta.

Então ela continuou sua explicação citando os vários mitos sobre Dieta x Autismo: dieta só serve para emagrecimento; intestino não tem na a ver com o cérebro; autismo é uma doença genética, é uma doença psiquiátrica ou de origem psicológica; pais desesperados aceitam fazer qualquer coisa pelos filhos; todos os autistas melhoram espontaneamente, médicos que aceitam essas intervenções praticam pseudociência (a dieta não foi cientificamente comprovada).

A partir daí iniciou a explicação do porque se fazer a Dieta SGSC Para isso, faremos uma viagem no corpo humano e explicaremos aqui, a partir das informações de Dra Geórgia, a ótica que a biomedicina nos dá a respeito dos terríveis vilões: Sr. Glúten e Sra. Caseína!

Antigamente via-se o autismo como um tripé: social, interesse e comunicação.

Social: Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, (a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas).

Comunicação: Dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal (gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.)

Interesse: Se caracteriza por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.
A dieta não cura uma pesSsoa Dra. Geógia começou sua palestra explicando que vários pais chegam em seu consultório, desesperados e sem saber o que fazer, com seus filhos agitadíssimo, como mostra a figura acima. Nos identificamos muito com a figura e caímos na risada. Lu era assim antes da dieta.
Então ela continuou sua explicação citando os vários mitos sobre Dieta x Autismo: dieta só serve para emagrecimento; intestino não tem na a ver com o cérebro; autismo é uma doença genética, é uma doença psiquiátrica ou de origem psicológica; pais desesperados aceitam fazer qualquer coisa pelos filhos; todos os autistas melhoram espontaneamente, médicos que aceitam essas intervenções praticam pseudociência (a dieta não foi cientificamente comprovada).
A partir daí iniciou a explicação do porque se fazer a Dieta SGSC Para isso, faremos uma viagem no corpo humano e explicaremos aqui, a partir das informações de Dra Geórgia, a ótica que a biomedicina nos dá a respeito dos terríveis vilões: Sr. Glúten e Sra. Caseína!
Antigamente via-se o autismo como um tripé: social, interesse e comunicação.
Social: Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, (a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas).
Comunicação: Dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal (gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.)
Interesse: Se caracteriza por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.soa com autismo mas com certeza ela traz qualidade de vida. Ela deixa as pessoas com autismo mais focadas e melhores preparadas para receber uma terapia. E é um tratamento natural… não é remédio, é comida! E não precisa ficar com dó de privar os filhos de comerem coisas gostosas pois existem inúmeras receitas saborosas na internet, em livros, é só pesquisar. Não vamos dizer aqui que é uma coisa super fácil de fazer mas vamos afirmar: VALE A PENA! Vale a pena ir pra cozinha, vale a pena conversar com parentes e pessoas cuidadoras sobre a importância de seguir rigorosamente a dieta e não escapulir, vale a pena enfrentar preconceitos de quem não entende os benefícios que esse tratamento proporciona.
Temos que lembrar também que muitas mães precisam tirar o açúcar e todas devem tirar os corantes (que fazem mal pra todos nós, inclusive os neurotípicos), conservantes, utilizar de preferência alimentos orgânicos e também dar preferência a alimentos feitos em casa, sem glutamato monossódico, aspartame, edulcorantes e outros produtos químicos.
Hoje o conceito de autismo está amplo e ele é dividido em 4 pontos: social, interesse, comunicação e SISTEMA ORGÂNICO.
Para entenderem o que o Sistema Orgânico abrange, apresentamos abaixo sintomas que maioria dos autistas possuem:
*CONSTIPAÇÃO
*DIARRÉIA
*DOR ABDOMINAL
*GASES
*REFLUXO
*FADIGA
*ANSIEDADE
*SONO ALTERADO
*HIPERATIVIDADE
*INSENSIBILIDADE DOLOROSA
*PROCESSAMENTO SENSORIAL
Esse sintomas vêm sendo estudado e muitas descobertas têm sido apresentadas como as que mostramos a seguir.
Nos anos 80 alguns pesquisadores começaram a notar que o comportamento de vários animais submetidos à influência de drogas opióides como morfina e heroína eram similares aos comportamentos de alguns autistas. Dr. Jaak Panksepp propôs que autistas poderiam ter, naturalmente, elevados níveis de componentes de drogas opióides no seu sistema nervoso. Logo depois o Dr. Christopher Gillberg encontrou provas da existência de elevados níveis de substâncias parecidas com endorfinas no fluído cerebrospinal de alguns autistas. Estes níveis são mais elevados em autistas que são mais insensíveis à dor e que demonstram um comportamento mais agressivo.









ATIVIDADES PEDAGÓGICAS ...





O BRINCAR,COM A IMAGINAÇÃO....

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014


PECS

O Picture Exchange Communcation System (PECS) ou, em português, Sistema de Comunicação por Troca de Figuras, consiste em um método para ensinar pessoas com distúrbios de comunicação e/ou com autismo, a comunicarem-se de forma funcional por intermédio da troca de figuras.



O PECS foi desenvolvido em 1985 por Andy Bondy, Ph.D. e Lori Frost, MS, CCC-SLP. O protocolo baseia-se na investigação e na prática dos princípios da ABA (sigla em inglês para Análise Comportamental Aplicada). Ele inclui seis fases e também as estratégias para a introdução de atributos (cor, tamanho, preposição, entre outros).



Nos últimos dez anos, a sigla PECS tornou-se bem conhecida. Embora muitas pessoas tenham ouvido falar de PECS, existem muitos mitos e ideias errôneas sobre o que é o PECS. Abaixo estão alguns dos mitos e falsas crenças.


 Se usarmos figuras de qualquer tipo estamos usando PECS.

Muitas vezes, o uso de figuras para auxiliar na compreensão de instruções verbais ou como suportes visuais (por exemplo, em rotinas ou agenda) é rotulado como PECS. Reconhecemos que essas habilidades são importantes, porém isso não é PECS.(Mito)

O PECS propicia essencialmente a comunicação expressiva isto é, dá às pessoas que apresentam dificuldades de comunicação uma forma funcional de expressar suas necessidades, escolhas e vontades. As pessoas aprendem a usar figuras para se comunicar expressivamente.



Usando o PECS o desenvolvimento da fala será inibido.Isso é um mito.

Em vez de dificultar o desenvolvimento da fala, o PECS irá promovê-la. Pesquisas indicam que quando o PECS é implementado, a fala pode emergir em muitas pessoas. Elas primeiro aprendem ‘como’ se comunicar, ou seja, quais são as regras básicas da comunicação e, em seguida, o uso da fala é promovido através de oportunidades (utilizando altos níveis de reforçadores), fornecendo condições ideais para o aparecimento e desenvolvimento de vocalizações.

A fala é um dos resultados do uso do PECS, entretanto, ela não pode ser garantida. Para aquelas pessoas que não desenvolvem a fala, o PECS fornece um sistema de comunicação alternativo excelente e essa aprendizagem pode ser transferida para o uso de aparelhos de alta tecnologia.


O PECS é apenas para pessoas que não falam.(Mito)

O PECS fornece um sistema de comunicação muito eficaz para pessoas que não falam e também ensina habilidades importantes para aquelas que falam. O PECS estimula o desenvolvimento da fala e ainda fornece as ferramentas necessárias para o aprendizado de habilidades de comunicação, iniciação e linguagem.

O PECS enfatiza o ensinamento de como uma pessoa se aproxima da(s) outra(s) para iniciar a comunicação interativa. Muitas pessoas são capazes de falar usando uma gramática e um vocabulário ricos, porém só são capazes de fazê-lo se alguém iniciar a conversa. O PECS fornece um meio para essas pessoas aprenderem habilidades sociais e de iniciação da comunicação.

O PECS também pode ser usado ​​para ensinar linguagem e expandir o vocabulário. Para pessoas que falam apenas palavras soltas mas não formulam frases simples, o PECS pode ajudar a expandir o uso do discurso. Para aquelas que têm vocabulário limitado a alguns tópicos, o PECS pode fornecer as ferramentas necessárias para ampliá-lo.



Mito 4: O PECS é apenas para crianças mais novas.

O PECS tem sido usado ao redor do mundo com pessoas entre 14 meses e 85 anos, apesar de o processo de aprendizagem poder variar para pessoas de idades diferentes e dificuldades de comunicação diversas. O PECS é um sistema de comunicação eficaz e funcional para todas as idades.
O PECS pode ser um sistema de comunicação alternativa (único método) para aqueles que não falam ou um sistema de comunicação aumentativa (suplementar) para aqueles que falam.



Para mais informações sobre PECS, visite o site www.pecs.com e confira.



Soraia Cunha Peixoto Vieira é diretora geral da Pyramid Educational Consultants - Brazil, representante exclusiva da Pyramid (EUA), instituição que criou o PECS.